terça-feira, 28 de junho de 2011

Desmentindo 4 mitos sobre as Cruzadas

CruzadasOlá querido leitor. Que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Amor de Deus e a comunhão com Espírito Santo estejam com todos!

O perito historiador Dr. Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos), desmente quatro mitos anti-católicos sobre as Cruzadas, como por exemplo que os participantes teriam se fartado de riquezas quando na verdade aconteceu é que muitos terminaram na ruína financeira.

Não é incomum vermos muitos acusadores da Igreja, arrogando de falsa cultura e conhecimento, insistirem sobre os supostos crimes cometidos pelos cruzados em defesa dos objetos sacros na Terra Santa.

Segundo ele, "com frequência as cruzada são mostradas como um episódio deploravelmente violento no qual libertinos ocidentais, que não tinham sido provocados, assassinavam e roubavam muçulmanos sofisticados e amantes da paz, deixando padrões de opressão escandalosa que se repetiriam na história subsequente. Em muitos lugares da civilização ocidental atual, esta perspectiva é muito comum e demasiado óbvia para ser rebatida”

Entretanto, o autor do livro “The Templar of Tyre” afirma que “unanimidade não é garantia de precisão. O que todo mundo ‘sabe’ sobre as cruzadas poderia, de fato, não ser certo”.

Vejamos a seguir 4 mitos sobre as cruzadas que foram rebatidos pelo professor:

Primeiro mito: "as cruzadas representaram um ataque não provocado de cristãos ocidentais contra o mundo muçulmano"

Crawford assinala que "nada poderia estar mais longe da verdade, e inclusive uma revisão cronológica esclareceria isso. No ano 632, Egito, Palestina, Síria, Ásia Menor, o norte da África, Espanha, França, Itália e as ilhas da Sicilia, Sardenha e Córsega eram todos territórios cristãos. Dentro dos limites do Império Romano, que ainda era completamente funcional no Mediterrâneo oriental, o cristianismo ortodoxo era a religião oficial e claramente majoritária".
Por volta do ano 732, um século depois, os cristãos tinham perdido a maioria desses territórios e "as comunidades cristãs da Arábia foram destruídas completamente em ou pouco tempo depois do ano 633, quando os judeus e os cristãos de igual maneira foram expulsos da península. Aqueles na Pérsia estiveram sob severa pressão. Dois terços do território que tinha sido do mundo cristão eram agora regidos por muçulmanos".


O que aconteceu, explica o perito, a maioria das pessoas sabem mas só lembra quando "recebem um pouco de precisão": "A resposta é o avanço do Islã. Cada uma das regiões mencionadas foi tomada, no transcurso de cem anos, do controle cristão por meio da violência, através de campanhas militares deliberadamente desenhadas para expandir o território muçulmano a custa de seus vizinhos. Mas isto não deu por concluído o programa de conquistas do Islã".


Os ataques muçulmanos contra os cristãos seguiram já não só nessa região mas contra a Europa, especialmente Itália e França, durante os séculos IX, X e XI, o que fez que os bizantinos, os cristãos do Império Romano do Oriente, solicitassem ajuda aos Papas. Foi Urbano II quem enviou as primeiras cruzadas no século XI, depois de muitos anos de ter recebido o primeiro pedido.


Para o Dr. Crawford, "longe de não terem sido provocadas, então, as cruzadas realmente representam o primeiro grande contra-ataque do Ocidente cristão contra os ataques muçulmanos que se deram continuamente desde o início do Islã até o século XI, e que seguiram logo quase sem cessar".
Quanto a este primeiro mito, o perito faz uma singela afirmação para entender um pouco melhor o assunto: "basta perguntar-se quantas vezes forças cristãs atacaram Meca. A resposta é obvia: nunca".

Segundo mito: "os cristãos ocidentais foram às cruzadas porque sua avareza os motivou a saquear os muçulmanos para ficarem ricos"

"Novamente –explica– não é verdade". Alguns historiadores como Fred Cazel explicam que "poucos cruzados tinham suficiente dinheiro para pagar suas obrigações em casa e manter-se decentemente nas cruzadas".
Desde o começo mesmo, recorda o Dr. Paul F. Crawford, "as considerações financeiras foram importantes no planejamento da cruzada. Os primeiros cruzados venderam muitas de suas posses para financiar suas expedições que geraram uma estendida inflação".


Cruzado em Reverência"Embora os seguintes cruzados levaram esta consideração em conta e começaram a economizar muito antes de embarcar nesta empresa, o gasto seguia estando muito perto do proibitivo", acrescenta.


Depois de recordar que o que alguns estimavam que as Cruzadas iam custar era "uma meta impossível de ser alcançada", o historiador assinala que "muito poucos se enriqueceram com as cruzadas, e seus números foram diminuídos sobremaneira pelos que empobreceram. Muitos na idade Média eram muito conscientes disso e não consideraram as cruzadas como uma maneira de melhorar sua situação financeira".

Terceiro mito: "os cruzados foram um bloco cínico que em realidade não acreditava nem em sua própria propaganda religiosa, senão que tinham outros motivos mais materiais”.

Este, assinala o perito historiador em seu artigo, "foi um argumento muito popular, ao menos desde Voltaire. Parece acreditável e inclusive obrigatório para gente moderna, dominada pela perspectiva do mundo materialista".
Com uma taxa de mortes que chegava perto de 75 por cento dos que partiam, com uma expectativa de voltar financeiramente quebrado e não poder sobreviver, como foi que a predicação funcionou de tal forma que mais pessoas se unissem?, questiona o historiador.


Crawford responde explicando que "as cruzada eram apelantes precisamente porque era uma tarefa dura e conhecida, e porque empreender uma cruzada pelos motivos corretos era entendido como uma penitência aceitável pelo pecado. Longe de ser uma empresa materialista, a cruzada não era prática em termos mundanos, mas valiosa para a alma".


"A cruzada era o exemplo quase supremo desse sofrimento complicado, e por isso era uma penitência ideal e muito completa", acrescenta.


O historiador indica logo que "com o complicado que pode ser para que as pessoas na atualidade acreditem, a evidência sugere fortemente que a maioria dos cruzados estavam motivados pelo desejo de agradar a Deus, expiar seus pecados e colocar suas vidas ao serviço do ‘próximo’, entendido no sentido cristão

Quarto mito: "os cruzados ensinaram aos muçulmanos a odiar e atacar a cristãos"

Outra vez, esclarece Paul Crawford, que nada está mais afastado da verdade. O historiador assinala que "até muito recentemente, os muçulmanos recordavam as cruzadas como uma instância na que tinham derrotado um insignificante ataque ocidental cristão".


A primeira história muçulmana sobre as cruzadas não apareceu senão até 1899. Por isso então, o mundo muçulmano estava redescobrindo as cruzadas, "mas o fazia com um giro aprendido dos ocidentais".


"Ao mesmo tempo, o nacionalismo começou a enraizar-se no mundo muçulmano. Os nacionalistas árabes tomaram emprestada a ideia de uma longa campanha europeia contra eles da escola europeia antiga de pensamento, sem considerar o fato de que constituía realmente uma má representação das cruzadas, e usando este entendimento distorcido como uma forma para gerar apoio para suas próprias agendas".


Então, precisa o Dr. Crawford, "não foram as cruzadas as que ensinaram o Islã a atacar e odiar os cristãos. Os fatos estão muito longe disso. Essas atividades tinham precedido as cruzadas por muito tempo, e nos conduzem até à origem do Islã. Em vez disso, foi Ocidente quem ensinou o Islã a odiar as Cruzadas. A ironia é grande".


Podemos concluir assim que muito absurdos ditos por vários “eruditos” não passam de papagaios de propaganda anticatólica e anticristã. Depreciar a importância das Cruzadas para o ocidente é o mesmo que depreciar as guerras que ocorreram internamente no Japão feudal.

Como em qualquer conflito, houveram exageros. Porem, reduzir sua importância histórica, principalmente no que se diz ao inicio da reação contra a escravatura promovida pelos muçulmanos africanos, nos que afligia os territórios da península ibérica (atuais Espanha e Portugal) desde o século VIII, denigre e diminui a importância das bases criadores de nossa sociedade.

É preciso valorizarmos mais a cultura cristã ocidental, evitando assim uma “amnésia histórica” como disse o Santo Padre Bento XVI.

Um grande Abraço a todos e até o próximo post… Alegre

Fonte:
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=21943

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pelos frutos os conhecereis. Um comentário sobre a parada gay de 2011 em São Paulo.

Marcha das Familias com Deus e contra o ComunismoHouve um tempo em que as famílias saiam as ruas para pedir proteção a Nosso Senhor e a Virgem Maria ao Brasil, as instituições democráticas  aos membros do povo de Deus. Em 1964, 500.000 pessoas saíram pelas ruas de São Paulo em luta contra todos os horrores que o comunismo ateísta é capaz de fazer. Uma mobilização como se jamais viu antes e depois, dada a proporção social e quantitativa da população da época.

Passou mais de quarenta anos e infelizmente todos os ideais conservadores e moralistas pelos quais lutavam as pessoas naquela época foram subjugados. Hoje, a mesma cidade que um dia iniciou um movimento contra aquele que sem dúvida foi e continua sendo o maior mal da humanidade, silencia-se diante um espetáculo descabido e ignóbil, perverso moralmente, nitidamente revolucionário e, sem a menor sobra de dúvida, proveniente da mente do adversário de nossas almas.

Não estamos aqui para criticar a conduta sexual de ninguém. Não cabe a nós discutir a conduta sexual de um determinado grupo de pessoas ou questionar as razões pelas quais isso é feito. Deus nos deu o livre arbítrio justamente para decidirmos o que fazer de nossas vidas.

Todavia, Quando um grupo, politicamente organizado, oprime ideias contrárias e fantasia perseguições com intuito único de perseguir aqueles que contestam suas opiniões e criticam suas condutas, submetendo toda uma população a suas perversões e sandices, abstendo-se do debate ideológico justo e ponderado com foco na realidade, abre margem para as ações extremas e arbitrárias, arrogando-se uma autoridade abstrata em nome de um futuro inexistente e inexorável.

Pessoas com tal comportamento, são acometidas de um tipo de patologia psíquica na qual nos fala o grande psicólogo Dr. Paul Serieux, o Delírio de Interpretação.

Estas pessoas mentalmente debilitadas que realmente acreditam ser bom e salutar transformar a sociedade em um imenso lupanar, ignorando valores como a decência e respeito ao próximo, os quais construíram toda a base para a civilização ocidental, procuram transformar a realidade em um espectro de sua insanidade. Exatamente como Hitler, Stalin, Mao Tse Tung, Pol Pot, Che Guevara, Fidel Castro e todos aqueles que de alguma maneira sempre quiseram criar o seu “mundo sem diferenças”.

No momento que nos deparamos com esta situação extremamente perigosa, realmente devemos parar e pensar o ponto chegamos e para onde iremos. A história mostra quanta miséria e destruição os portadores do “mundo melhor sem diferenças” nos trouxe.

Como nos ensina o Cristo, devemos distinguir as intenções das pessoas mediante seus frutos. Bem, alguns dias antes houve em São Paulo a Marcha para Jesus, organizada por um grupo evangélico que reuniu mais de 1 milhão de pessoas. Vejamos um comparativo rápido:

Substância/Objeto Marcha para Jesus Parada Gay
Venda Irregular de Álcool (Litros) 0 16.825 (incluindo o monstruoso vinho químico, com 96% de álcool na composição).
Drogas 0 166 frascos de lança perfume e 53 papelotes de cocaína apenas com uma menina de 16 ANOS! Mais um outro jovem com 18 pinos de cocaína.
Arrastão 0 Um arrastão promovido por um grupo de 5 jovens
Atentados violento ao pudor 0 Incontáveis
Aclamação ao Cristo Incontáveis 0
Defesa de valores morais Incontáveis 0

 

Se todas as informações acima não fosse suficientes, um grupo de pessoas pendurou nos postes da Avenida Paulista 170 cartazes com 12 modelos masculinos caracterizados como santos da Igreja (São Sebastião, São João Batista dentre outros), numa campanha de incentivo ao sexo desregulado com a “proteção da camisinha”. Alguns cartazes traziam consigo os dizeres “nem santo te livra da AIDS, use camisinha”. Não me lembro se ao longo da minha vida pude ver algo tão abjeto e execrável.

O mais engraçado é que esta noticia chegou em tom muito discreto, principalmente com o sr. arcebispo de São Paulo, Odilo Pedro Scherer, uma afável resposta do tipo “É verdade que santo não salva da AIDS. O que salva da AIDS são comportamentos corretos..” com o complemento, “Quem deseja respeito, deve respeitar.”

É evidente que este movimento não quer respeito, mas a destruição do cristianismo e todos os valores. O que mais é preciso fazer do que colocar santos da Igreja seminus com alusões de promiscuidade.!

fantasia_gayÉ preciso acordar para a realidade de que a Igreja e todo o cristianismo está em uma guerra, a qual não quis entrar, mas precisa sair vencedora. As armas para este combate são, como disse Nossa Senhora, o rosário e a conversão. É preciso não apenas orar e rezar, mas uma conversão sincera e destemor de todo o povo para combater as blasfêmias proferidas dia após dia contra a Santa Igreja de Deus e contra o Santo nome do Senhor.

Não adianta buscar diálogo com quem não quer dialogar. É preciso acionar os mecanismos que ainda temos antes que estes sejam suprimidos, como querem os líderes de movimentos políticos de esquerda.

A maioria do clero brasileiro está vendida ou se acovarda diante desses fatos, vivendo de aparências e procurando ao máximo evitar confrontos e não manchar a sua imagem. Esse quadro precisa mudar. O evangelho deste domingo (26/06/2011) nos deu uma resposta prática e objetive sobre a vontade de Deus para nós. Gostaria deixar-lo como um alerta para todos os que leram este post e o convite ao verdadeiro compromisso que não vem de mim, mas da boca do Próprio Deus.

“37. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim.

38. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim.

39. Aquele que tentar salvar a sua vida, perdê-la-á. Aquele que a perder, por minha causa, reencontrá-la-á.

40. Quem vos recebe, a mim recebe. E quem me recebe, recebe aquele que me enviou.

41. Aquele que recebe um profeta, na qualidade de profeta, receberá uma recompensa de profeta. Aquele que recebe um justo, na qualidade de justo, receberá uma recompensa de justo.

42. Todo aquele que der ainda que seja somente um copo de água fresca a um destes pequeninos, porque é meu discípulo, em verdade eu vos digo: não perderá sua recompensa. “ (Mt 10, 37-42)

Fontes:

http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/parada-gay-168-mil-litros-de-bebida-apreendida/
http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=7641
http://saude.ig.com.br/minhasaude/vinho+quimico+e+o+crack+das+bebidas/n1596848387401.html
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/06/26/tres-pessoas-sao-detidas-com-drogas-durante-a-parada-gay-em-sp.jhtm
http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/noticias/2011/noticias_110627_sobre_parada_gay.htm